Super Bock reforça cibersegurança com apoio da Claranet

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O Super Bock Group, consciente dos desafios trazidos pela transformação digital e pela própria operação, decidiu apostar na subcontratação de Security Operations Center (SOC), fornecido pela Claranet.

André Miranda, IT architect and project manager do grupo, diz ao “Negócios” que a empresa “tem uma baixa maturidade na contabilização de incidentes de cibersegurança”. Porém, por ano registam 100 incidentes, os quais são processados por especialistas.

Como explica, este trata-se de “um roadmap plurianual de actividades relacionadas com cibersegurança, em que se enquadra a adopção de um SOC”. Além disso, está contemplada a realização de testes regulares e acções de sensibilização e formação.

O responsável salienta que hoje “as situações mais preocupantes” em matéria de cibersegurança são de spear-phishing, associadas a engenharia social e combinadas com domain squatting. Como aponta, ao mesmo jornal, estes ataques “envolvem múltiplas técnicas e vectores de ataque durante longos períodos de tempo, são complexos e requerem que as organizações se preparem atempadamente e em múltiplas camadas”.

O inicio do serviço foi feito em três semanas, a que se juntou um processo de afinação de três meses. O projecto de implementação já está concluído.