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Da conformidade à cultura: o EHSQ ExecutiveBrief reuniu líderes da segurança industrial em Lisboa

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No passado dia 24 de Setembro, o Palácio Rosa, em Lisboa, recebeu o EHSQ Executive Brief, um encontro promovido pela Glartek que reuniu profissionais de Ambiente, Saúde, Segurança e Qualidade (EHSQ) de indústrias de alto risco. Ao longo de uma manhã, oradores e convidados debateram um desafio comum a todo o sector: como passar do simples cumprimento das regras para uma verdadeira cultura de segurança.

Este evento juntou responsáveis de segurança e de operações de empresas de referência, entre as quais Galp, EDP, E-REDES, Amorim, Bondalti, The Navigator Company, Altri, CP, Metro de Lisboa, Infraestruturas de Portugal e Mota-Engil, a par de parceiros e especialistas internacionais. A diversidade de sectores representados, energia, utilities, pasta e papel, química, transportes e bens de consumo, deu ao debate uma amplitude pouco habitual neste tipo de encontros.

O programa abriu com um diagnóstico sobre a maturidade da segurança industrial, liderado por Nuno Santos (dss+ Consulting), a que se seguiu uma mesa-redonda moderada por Matilde Rodrigues (Politécnico do Porto), que juntou Howard Harvey (3E), Jayne D’Silva (OpenSesame), Manuel Gonçalves (Altri) e Elsa Ribeiros (Calb Group). A manhã incluiu ainda a apresentação de um projeto conjunto entre o INESC TEC e a Glartek para a proteção de trabalhadores em isolamento. O encerramento ficou a cargo de José Correia Guedes, antigo comandante de aviação, que trouxe para o contexto industrial as lições da aviação civil, explorando como esta se tornou uma das mais seguras do mundo.

Mais do que soluções isoladas, as várias conversas convergiram para uma mesma ideia: a segurança dá um salto quando as organizações deixam de medir apenas o que é fácil de ver, passam a ouvir quem está no terreno e transformam esses contributos em ação concreta.

“O cumprimento de requisitos é o ponto de partida, não a meta. Nenhuma empresa teve um acidente por cumprir uma norma a mais, tiveram-no porque algo que alguém viu no terreno nunca chegou a quem decide. É esse o problema que vale a pena resolver” diz Bruno Duarte, CEO da Glartek.

O fio condutor do encontro foi claro: o software EHSQ ganha valor quando ajuda a capturar o que a linha da frente vê e a colocar a informação certa nas mãos certas, para que a segurança deixe de ser uma caixa a assinalar e passe a ser a forma como se
trabalha.

A Glartek é um software EHSQ (Ambiente, Saúde, Segurança e Qualidade) que liga as equipas de EHS aos operadores de campo em operações de elevado risco e intensivas em activos. Os operadores executam procedimentos, permissões de trabalho e inspecções a partir de uma aplicação móvel construída para o ponto de execução, registando perigos e evidências de campo associados a tarefas, activos e a locais online ou offline. Desenvolvida com uma arquitectura aberta, integra-se com sistemas IoT e empresariais para dar contexto ao risco. As equipas de EHS e de operações usam a Glartek para digitalizar a execução no terreno, agir com base na informação captada em campo e uniformizar o controlo operacional e de segurança em todos os locais.

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