Fala-se muito na falta de mão-de-obra, mas será que o problema está só em “não haver pessoas”? Eu diria que não. Talvez o verdadeiro desafio esteja no modelo operacional?
Salários base próximos do mínimo, dificultando retenção de talento; cursos longos e especializados, sem progressão real na carreira; vigilantes desmotivados, apesar do seu valor potencial; e postos 24h em áreas de baixo risco, subutilizando recursos.
E se olharmos para isto de outra forma?
Para o profissional: menos vigilância estática, mais resposta a incidentes e gestão de ocorrências.
Para o cliente: redução de custos fixos em vigilância, investimento em CCTV, controlo de acessos e planeamento de defesa em profundidade.
Resultado: maior eficiência, menos custos e mais segurança de qualidade.
Estará na hora de reformular a função do vigilante e repensar o modelo?
Formação prática e profissionalizante (aprender a ser), reforçando a formação em safety e resposta a incidentes reais, garantindo que os vigilantes não só “marcam presença”, mas atuam como ativos estratégicos na segurança.
Segurança Eletrónica como primeira linha de defesa, sistemas de intrusão, CCTV, controlo de acessos, permitindo intervenções (quando realmente é importante) e redução de custos.
Recursos Humanos como fator de valor, integradas em processos de decisão e gestão de risco, transformando experiência e proatividade em segurança efetiva.
Será racional para um cliente investir 8 a 9 mil € mensais em portarias H24, quando pode optar por soluções mais eficazes, economicamente vantajosas e tecnologicamente modernas?









