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Madrid reforça uso de drones para emergências

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A Comunidade de Madrid anunciou o lançamento de uma nova linha de apoios financeiros de 1,45 milhões de euros destinada a incentivar o desenvolvimento e a utilização civil de drones por parte das empresas na região. O governo regional está também a finalizar a criação de um balcão único para centralizar os procedimentos municipais para operadores profissionais e comerciais, além de estar a implantar uma rede autonómica para serviços de emergência, logística de encomendas e táxis aéreos (aerotaxis).

O anúncio foi feito durante uma visita inaugural ao Telefónica Dron Center (o Centro Nacional de Supervisão e Operação da empresa), onde Díaz Ayuso, acompanhada pelo CEO da Telefónica, Emilio Gayo, e pelo presidente da Telefónica España, Borja Ochoa, acompanhou operações de drones em tempo real.

No âmbito da Estratégia de Drones da Comunidade de Madrid, a governante revelou ainda que será construído um dronódromo para investigação avançada do sector e um centro de formação especializada no complexo de La Cantueña, em Fuenlabrada, vocacionado para a capacitação de jovens pilotos, mecânicos e desenvolvedores.

Inovação Aplicada aos Serviços Públicos

O executivo madrileno já utiliza aeronaves não tripuladas em projectos como: Emergências Sanitárias (SUMMA 112): Apoio em tempo real com captação de imagens para acelerar a tomada de decisões.

Prevenção de Incêndios: Utilização de visão artificial em zonas florestais para detecção precoce de focos de incêndio.

Projeto “ALE-HOP”: Transporte urgente de medicamentos, sangue e material sanitário entre centros hospitalares.

Rede RETECH: Projectos como o polo aeroespacial de Tres Cantos, focado em mobilidade aérea, satélites, comunicações e aceleração de startups.

A região de Madrid consolida-se como o principal hub do setor aéreo não tripulado em Espanha, acolhendo 30% das empresas nacionais de fabrico e montagem de drones. Além disso, é a segunda comunidade com maior número de operadores profissionais registados (cerca de 3.200 activos de um total nacional de 20.000), reúne 31% das empresas de formação aprovadas pela Agência Estatal de Segurança Aérea (AESA) e atrai quase metade das startups com maior valorização no setor

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