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CyberX leva Inteligência Artificial ao ethical hacking para identificar vulnerabilidades reais

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Empresa portuguesa lança o CyberXtreme AI Pentest, uma solução que combina Inteligência Artificial, tecnologia proprietária e validação humana para avaliar continuamente a superfície de ataque das organizações.

A CyberX, empresa portuguesa especializada em cibersegurança e ethical hacking, lançou uma nova solução que combina Inteligência Artificial com testes de segurança ofensiva para ajudar as organizações a perceber não apenas onde existem vulnerabilidades, mas quais podem efectivamente ser exploradas por um atacante e qual o impacto que essa exploração poderá ter no negócio.

Designado CyberXtreme AI Pentest, o novo serviço pretende transformar os tradicionais testes de intrusão, normalmente realizados de forma pontual, numa avaliação contínua da superfície de ataque das organizações.

A solução permite mapear e integrar na plataforma diferentes activos autorizados, incluindo websites, endereços IP, aplicações, APIs e ambientes cloud, realizando avaliações de forma contínua. A abordagem combina um motor proprietário baseado em Inteligência Artificial com a experiência das equipas de segurança ofensiva da CyberX e validação por ethical hackers.

Segundo a empresa, o objectivo passa por ultrapassar uma abordagem centrada exclusivamente na identificação de vulnerabilidades. A plataforma procura determinar quais as vulnerabilidades que podem ser exploradas, até onde um atacante poderia chegar e quais as consequências dessa exploração para a organização.

A aposta surge num contexto em que a exploração de vulnerabilidades continua a assumir um papel relevante nos incidentes de cibersegurança. De acordo com os dados apresentados pela CyberX, o IBM Cost of a Data Breach Report 2026 aponta para um custo médio global de 4,99 milhões de dólares por violação de dados, enquanto o Verizon 2026 Data Breach Investigations Report identifica a exploração de vulnerabilidades de software como um dos principais vectores de acesso inicial às organizações.

Da vulnerabilidade ao risco de negócio

Para a CyberX, uma das principais diferenças da nova solução está na capacidade de relacionar os problemas técnicos encontrados com as consequências que estes podem representar para a organização.

“Uma vulnerabilidade não é apenas um problema técnico. Pode significar interrupção da operação, acesso a informação crítica, perda de receitas, impacto reputacional ou consequências regulatórias”, afirma David Silva, cofundador e CEO da CyberX.

“As empresas precisam de conseguir ligar aquilo que acontece nos seus sistemas ao risco real para o negócio. É essa visão que queremos oferecer com o CyberXtreme”, acrescenta.

A nova solução integra-se numa oferta da CyberX que inclui serviços de penetration testing, vulnerability assessment, Red Team, segurança de aplicações Web e APIs, cloud security, segurança de infraestruturas, aplicações móveis, análise de código e campanhas de phishing.

A empresa disponibiliza ainda serviços de SOC as a Service, EDR/XDR, compliance e análise forense.

Com o CyberXtreme AI Pentest, a empresa procura assim reforçar a componente de monitorização e validação contínua da exposição, numa altura em que a crescente utilização de aplicações, APIs, serviços cloud e outros ativos digitais aumenta e torna mais dinâmica a superfície de ataque das organizações.

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