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Facturação das empresas de segurança privada deve ultrapassar os 1,2 mil milhões de euros

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No final de 2024, o volume de negócios das empresas de segurança privada em Portugal deverá atingir os 1 225 milhões euros, o que representa um aumento de 5,2% face a 2023. De acordo com a análise da Informa D&B, o sector manterá a curto prazo a tendência de crescimento da última década, embora com um ritmo mais moderado. Em 2023, este sector atingiu um volume de negócios de 1 165 milhões de euros, um aumento de 11,5% face a 2022.

A actividade de vigilância continua a ser responsável pela maior parte das receitas, embora nos últimos anos tenha perdido peso a favor do segmento de instalação, manutenção e exploração de sistemas electrónicos de segurança.

O desenvolvimento tecnológico dos dispositivos, que tem permitido a comercialização de equipamentos com desempenhos cada vez mais avançados e a tendência de substituição de pessoal de vigilância por sistemas electrónicos, são os principais factores impulsionadores deste crescimento.

Em Setembro de 2024 existiam 83 empresas com licença emitida pelo Ministério da Administração Interna (MAI) para a prestação de serviços de segurança privada, menos três do que em Setembro de 2023, e vinte e nove menos do que em 2011.

Neste sector predominam as empresas de pequena e média dimensão, cerca de 45% delas com menos de 100 empregados e apenas treze com mais de 1000 pessoas ao serviço. Em 2023, os cinco principais operadores representavam cerca de 50% do volume de negócios total, enquanto o peso dos dez principais excedia os 70%.

Dados gerais 2023

Número de empresas licenciadas, Setembro 2024 (a) 83
Mercado (milhões de euros) 1.165
Concentração (quota de mercado conjunta em valor)
Cinco principais empresas (%) 49,8
Dez principais empresas (%) 72,6
Mercado (% var. 2023/2022) (b) +11,5
Fonte: Observatório Setorial DBK da informa D&B
(a) autorizadas pelo Ministério da Administração Interna para prestar serviços de segurança privada. Exclui as licenças para autoproteção. (b) correspondente ao volume de negócios em Portugal.

O estudo revela os dados de 43 empresas inquiridas – 3XL, Anthea, B Security, C3S, Comansegur, Cops, Especial 1, Girpe, GIS, Grupo 2045, Grupo 8, Grupo Prosegur, ICTS, IGPS Protek, Kforcek, Líder, Linhaveloz, Longo Plano, Loomis, Noite e Dia, Ovisegur, PM Segurança, Powershield, Praxi, Prestibel, Protecção Total, PSG, PSG Real, Ronsegur, Sector Alarm, Securitas Aviation, Securitas Direct, Securitas Serviços, Segunor, Segurvez, SMA, SOC, SOIS, SPDE, Strong Charon, Trablisa Esegur, Trablisa Integrated Security, Vigiquinta

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