Os aeroportos geridos pela ANA contam com um sistema avançado de detecção de explosivos nas malas de porão. O Explosive Detection System (EDS) foi implementado pela ANA | VINCI Airports com os mais altos standards europeus de segurança, e tudo isto foi feito sem parar o aeroporto — linha a linha, com as equipas técnicas e operacionais sempre coordenada
O contrato foi assinado com a OSI Systems no valor de 17 milhões de euros para que a sua divisão de segurança forneça soluções de controlo de bagagem e pontos e contemplou o fornecimento de várias unidades do seu Real Time Tomography (RTT) 110 (RTT 110) ao aeroporto.
O RTT emprega uma abordagem proprietária de pórtico fixo para fornecer imagens 3D de alta resolução, e seu design exclusivo facilita a inspecção eficiente de bagagens despachadas e carga aérea, mantendo a capacidade de atender aos padrões recentes de detecção de ameaças. O RTT 110 atende aos requisitos de detecção de ameaças do Padrão 3 HBS EDS da Conferência Europeia de Aviação Civil (ECAC) e foi implantado em vários aeroportos e fornecedores de logística aérea, informou o fabricante.
Tiago Boavida, responsável de security – DSCO, no vídeo divulgado pela empresa destaca que “este é um projecto que acaba por trazer maior capacidade de detecção, utilizando algorítmos mais avançados de detecção de explosivos e outros artigos proibidos no transporte aéreo”.
Paula Marcos dos Santos, responsável de segurança aeroportuária, adianta que o terminal rastreia hoje 25 mil a 35 mil bagagens por dia e tem um sistema multinível. “As máquinas começam por ser a primeira barreira ao fazer a aceitação automática de bagagem de porão”. Todas as máquinas não aceites são depois inspeccionadas por um colaborador.
Todo o sistema foi implementado sem que a operação tivesse sido interrompida.









