A Cipher, unidade de cibersegurança do grupo Prosegur, desenvolveu o IA Hunter, uma nova funcionalidade que pretende reforçar as capacidades operacionais do serviço de detecção e resposta a ciberameaças, a plataforma xMDR, e a produtividade das equipas de analistas. A nova funcionalidade, baseada em Inteligência Artificial generativa, tem como objectivo aumentar a capacidade de análise de ameaças digitais, optimizar a colaboração das equipas e ganhar eficiência e competitividade.
O IA Hunter não se limita à análise isolada de um alerta, já que conta com a capacidade de contextualizar a possível ameaça.
A Cipher estima que a incorporação do AI Hunter permite reduzir o MTTD entre 50% e 75% comparativamente com os modelos MDR tradicionais, graças à diminuição de falsos positivos, à detecção proactiva baseada em inteligência artificial e à automatização de processos de grande volume. A redução dos tempos de detecção não só limita a permanência dos atacantes nos sistemas, como também contribui para minimizar o impacto económico dos incidentes, optimizar os recursos do SOC e reforçar a continuidade do negócio das organizações.
Luís Martins, Diretor-Geral da Cipher Portugal, explica que “esta nova funcionalidade traz dois elementos-chave para ajudar na tomada de decisões do analista em tempo recorde: por um lado, a documentação completa da investigação e, por outro, um veredicto baseado no contexto interno e externo da empresa”.
Além disso, quando revistas as funcionalidades de digitalização e inovação que foram desenvolvidas para a infraestrutura da plataforma xMDR no decorrer do último ano é possível verificar que “num ambiente em que os ciberataques evoluem em sofisticação e frequência, o IA Hunter representa um salto qualitativo na capacidade que oferecemos aos nossos clientes: mais amplitude, mais agilidade e mais precisão na detecção de ameaças. Com isso, ajudamos a manter os nossos utilizadores um passo à frente dos cibercriminosos”, acrescenta Luís Martins.









