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Fujitsu é official cybersecurity partner do SL Benfica

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A Fujistu tornou-se official cybersecurity partner do Sport Lisboa e Benfica. A parceria representa a união entre duas organizações que partilham valores como confiança, resiliência, excelência operacional e capacidade de actuar sob pressão.

O SL Benfica gere actualmente um ecossistema cada vez mais digital, com milhões de interacções, dados e serviços críticos. A Fujitsu assume a parceria como uma “oportunidade para contribuir activamente para a protecção desse universo digital, colocando o serviço do SL Benfica a sua experiência global em cibersegurança, gestão de risco e resiliência operacional”.

Segundo Alexandre Ferreira, director-geral da Fujitsu Portugal, “hote a cibersegurança é, acima de tudo, uma questão de negócio. As organizações mais avançadas já não encaram a cibersegurança como um centro de custo, mas como um factor essencial para garantir confiança, crescimento sustentável e capacidade de adaptação num ambiente cada vez mais digital. Esta parceria reforça o compromisso da Fujitsu em apoiar organizações que operem em ambientes de elevada exigência, onde a continuidade das operações, confiança dos utilizadores e protecção da informação são factores críticos para o sucesso”.

A parceria entre as duas empresas conta com três anos. José Pedro Ribeiro, Chief Safety & Security Officer do SL Benfica, avançou à Security Magazine que “esta parceria representa a consolidação de um caminho conjunto focado na melhoria da maturidade da segurança da informação, cibersegurança e modelos de governação. É o culminar de uma “viagem” de três anos, definindo um marco importante para enfrentar os desafios contínuos desta área”.

Os desafios não são muito diferentes de outras organizações, sendo transversais a vários sectores, os pontos críticos incluem “a governação, a definição estratégica e o factor humano (especialmente a retenção de talento). O maior desafio é gerir todas as peças da organização para proteger as actividades do Benfica, acompanhando a maturidade do mercado”.

Quanto a novos projectos destacou que “os projectos não são isolados apenas na cibersegurança, mas acompanham a transformação tecnológica da organização, como novas apps ou portais. Actualmente, o foco está no uso de Inteligência Artificial (IA) para gerir melhor os recursos humanos escassos e aumentar a eficácia na identificação e contenção de ameaças”.

Sobre o evento, destacou que correu bem e “teve uma receptividade positiva por ser um formato mais intimista. Ao contrário de grandes eventos onde os participantes são “anónimos”, este modelo permitiu uma maior interacção, algo que será analisado para futuras edições”.

João Figueiredo, Enterprise & Cyber Security da Fujitsu Portugal, destacou que a empresa estabeleceu a sua área de cibersegurança em Portugal há cerca de quatro anos, focando-se em soluções “Taylor Made” (feitas à medida) para o mercado nacional. A parceria com o Benfica permitiu “demonstrar o valor da qualidade de entrega da Fujitsu, resultando numa partilha mútua de maturidade entre as equipas de ambas as instituições”.

O futuro passa pela computação quântica e pela Inteligência Artificial, que já está integrada “por defeito” no programa de transformação mundial da Fujitsu para 2035. O objectivo é dar um salto qualitativo na monitorização e resposta a incidentes, aproveitando a experiência global da Fujitsu com outros clientes do sector desportivo.

João Figueiredo integrou a Fujitsu há precisamente quatro anos, tendo transitado do lado do cliente para uma empresa fornecedora da serviços. Nestes quatro anos, o foco foi investir em jovens talentos, estabelecendo parcerias com instituições como o Politécnico de Beja, patrocinando e formando novos profissionais, acreditando que a combinação entre a energia dos jovens e a experiência dos mais séniores traz o melhor valor agregado.

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