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O Coração da Segurança 24×7: o Centro de Controlo Operacional Strong Charon

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Conheça a estrutura especializada em Segurança que monitoriza, valida e coordena respostas, 24 horas por dia, 365 dias por ano, garantindo a proteção de pessoas, habitações, empresas e infraestruturas críticas.

São 03h17 da manhã. É recebido um alarme no Centro de Controlo Operacional (CCO) da Strong Charon. Pode tratar-se de uma intrusão, de um SOS de proteção pessoal, de um incêndio, de uma falha técnica ou, simplesmente, de um falso alarme. A tecnologia deteta o evento. O CCO decide o que acontece a seguir.

O que é o Centro de Controlo Operacional (CCO)?
O CCO da Strong Charon é o núcleo de coordenação operacional responsável pela monitorização ininterrupta de sistemas de Segurança. É aqui que convergem todos os sinais analógicos e digitais provenientes dos nossos Clientes.
Mas receber um alarme é apenas o ponto de partida.

Perante cada evento, os nossos operadores especializados analisam a informação disponível, validam a ocorrência, ativam os procedimentos definidos e coordenam a resposta mais adequada, em articulação com clientes, equipas de vigilância movel, forças de segurança e serviços de emergência.

Além da gestão de alarmes, o centro de controlo operacional da Strong Charon assegura também operações remotas de monitorização de CCTV e controlo de acessos, permitindo gerir entradas e saídas através de videoporteiros, portas automáticas, cancelas e outros sistemas de segurança integrados.

Entre as ocorrências mais comuns tratadas pelo nosso CCO encontram-se:
• Intrusão;
• Incêndio;
• Inundação;
• Sabotagem;
• Gases perigosos;
• Proteção pessoal, coação, pânico;
• Controlo de acessos;
• Alarmes técnicos (temperatura, pressão, robôs autónomos, etc.);
• Falhas de energia e telecomunicações.

Atualmente, o CCO da Strong Charon monitoriza as instalações de mais de 7.000 Clientes e gere anualmente mais de 1,3 milhões de eventos, entre alarmes, vídeo-verificações, vídeo-portarias, vídeo-rondas e apoio operacional.

Num contexto de risco crescente e cada vez mais complexo, o papel do CCO é simples de definir, mas crítico de executar: transformar informação em ação e garantir que cada incidente recebe a resposta adequada, no momento certo.

Como são preparados os nossos operadores de alarmes?
Num setor onde se fala frequentemente em automação e inteligência artificial, existe uma realidade que permanece inalterada: a decisão final continua a depender dos nossos operadores.

Como tal, a sua formação constitui um dos pilares fundamentais da nossa atividade profissional. Nos termos da Lei n.º 34/2013, os profissionais de segurança privada devem possuir habilitação específica e formação certificada para o exercício das suas funções. A formação inicial de 175 horas abrange áreas como legislação de segurança privada, direitos e deveres profissionais, procedimen-tos operacionais, proteção de pessoas e bens, primeiros socorros, gestão de conflitos, segurança contra incêndios e utilização de equipamentos de segurança.

Posteriormente, de 5 em 5 anos, os profissionais estão sujeitos a ações de atualização e reciclagem, garantindo a adaptação a novos riscos, tecnologias e requisitos legais.

Este modelo de qualificação contínua assegura elevados padrões de profissionalismo, competência técnica e capacidade de resposta.

Contudo, operar no âmbito de um CCO exige também competências adicionais. Por isso, os nossos operadores recebem formação específica para a função e trabalham diariamente com procedimentos rigorosos em áreas técnicas, tais como: utilização de software de gestão integrada de alarmes, visualização de CCTV e protocolos de resposta; privacidade e proteção de dados; acionamento e cooperação com autoridades de segurança e serviços de emergência, etc.

Como são tratados os alarmes?
Quando um sinal de alarme chega ao CCO, entra em ação um processo estruturado de avaliação e resposta que inclui:

  1. Receção do alarme no software de gestão integrada;
  2. Classificação do evento;
  3. Verificação e validação da ocorrência (chamada telefónica para o cliente, acesso remoto ao CCTV do local utilizando uma VPN específica, quando possível);
  4. Aplicação do protocolo definido para o tratamento do alarme;
  5. Notificação dos contactos definidos no procedimento;
  6. Encaminhamento para autoridades ou serviços de emergência, quando aplicável;
  7. Registo e rastreabilidade completa do processo.

Quando o alarme resulta de erros de utilização ou falha técnica do equipamento, o operador do CCO analisa o histórico dos dados recebidos para identificar a origem do alerta. Em caso de confirmação de falha associada ao equipamento, é aberto um pedido de assistência técnica e efetuada a comunicação ao cliente. A ocorrência é então registada, mantendo-se a monitorização da situação da anomalia técnica até à sua resolução definitiva.

Quais as prioridades no tratamento dos alarmes?
Nem todos os eventos têm o mesmo nível de criticidade. Como tal, são tratados de acordo com o risco associado:

  1. Alarmes de proteção pessoal (SOS, pânico, coação)
    Quando existe a possibilidade de uma pessoa estar em perigo, a resposta tem de ser imediata e prioritária.
  2. Alarmes de incêndio
    Considerados como de máxima prioridade devido ao potencial impacto na vida humana e no património.
  3. Alarmes de intrusão
    São os mais frequentes na monitorização remota. Como tal, são sujeitos a verificação antes da sua comunicação às forças de segurança.
  4. Alarmes técnicos
    São, muitas vezes, os menos visíveis e incluem gás, inundação, falhas de energia, temperatura, problemas de comunicação, temperatura excessiva, sabotagem ou avarias de equipamentos.

No processo de receção e monitorização de alarmes, cada segundo conta. Por isso, é esta capacidade de análise, decisão e coordenação que distingue um verdadeiro Centro de Controlo Operacional de uma simples central de receção e monitorização de alarmes (CRMA).

Mais do que receber alarmes, tomar decisões.
Quando um alarme é rececionado, o trabalho está apenas a começar.
No Centro de Controlo Operacional da Strong Charon, a Segurança resulta da integração entre tecnologia, monitorização permanente e equipas especializadas, transformando informação em ação para garantir a resposta adequada no momento certo.


É esta missão que asseguramos: Servir Tranquilidade.

Quer saber mais?
strongcharon.pt · [email protected] · 210 420 800

Artigo produzido por Strong Charon

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