As Forças Armadas já intervencionaram em cerca de 220 quilómetros de caminhos florestais, numa operação que visa mitigar o risco de incêndios com a aproximação da época crítica.
Desde 1 de Abril, militares das Forças Armadas encontram-se no terreno a realizar trabalhos de limpeza, desobstrução e beneficiação de vias florestais nas zonas afectadas pelas intempéries, intervindo nos municípios de Sertã; Proença-a-Nova; Vila de Rei; Figueiró dos Vinhos; Oleiros; Leiria; Batalha e Marinha Grande.
Através de destacamentos de engenharia do Exército e da Força Aérea, a acção dos militares inclui trabalhos de limpeza, desobstrução e beneficiação de itinerários florestais, bem como o levantamento e reconhecimento das áreas afetadas. Estas ações visam a reposição de acessos e a redução do risco de ignição e propagação de incêndios.
Em paralelo, equipas de reconhecimento e apoio geográfico encontram-se em Figueiró dos Vinhos e na Sertã a elaborar cartas de situação digital de risco de incêndios.
Esta operação insere-se no âmbito do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), uma estrutura interministerial de comando e coordenação que integra diversas entidades, entre as quais o Estado-Maior-General das Forças Armadas. O CIPO vem reforçar a capacidade de resposta do Estado face ao agravamento do risco de incêndio, associado à acumulação de material combustível em vastas áreas florestais decorrentes das tempestades que atingiram o país no início do ano.
A intervenção demonstra a prontidão e a capacidade das Forças Armadas no apoio à proteção civil, contribuindo de forma concreta para antecipar, planear e proteger do risco de incêndios rurais, garantindo mais segurança às populações.









