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Na Browning, a segurança integra decisões estratégicas e operacionais

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Na indústria, a segurança é hoje uma realidade multidimensional, que cruza a protecção das pessoas e instalações com o ambiente, a continuidade do negócio, a cibersegurança e o transporte de mercadorias perigosas. Fundada em 1973 e localizada em São Romão de Neiva, Viana do Castelo, a Browning Viana emprega mais de 600 pessoas e assume a visão de ser líder mundial no fabrico de armas de caça e desporto. Produz carabinas e espingardas de caça, sob as marcas Browning e Winchester, essencialmente para exportação. Nesta entrevista à Security Magazine, Renato Meira, responsável pelas áreas de Safety, Security, Ambiente e Transporte de Mercadorias Perigosas da empresa e Conselheiro de Segurança ADR, aborda a articulação destas áreas, os principais riscos da indústria, a cultura de segurança e os desafios colocados pela digitalização e pela crescente interdependência das operações.

Security Magazine – Exerce actualmente responsabilidades nas áreas de Safety, Security, Ambiente e Transporte de Mercadorias Perigosas. Como se articula a gestão destas quatro áreas numa empresa como a Browning Viana?
Renato Meira – Embora sejam áreas com enquadramentos técnicos e legais distintos, na prática, estão profundamente interligadas. A gestão começa por uma visão integrada do risco: proteger as pessoas, activos, ambiente, informação e continuidade da actividade.
Uma alteração num processo produtivo, por exemplo, não pode ser analisada apenas do ponto de vista da segurança no trabalho. É necessário avaliar simultaneamente os riscos operacionais, acessos, resposta a emergências, impactos ambientais, utilização de produtos químicos e eventuais implicações no transporte de mercadorias perigosas.
Na minha função, procuro assegurar que estas áreas participam, desde o início, nos projectos e decisões operacionais. Esta abordagem permite antecipar requisitos, evitar soluções isoladas e criar controlos coerentes. Segurança e ambiente não devem funcionar como departamentos que validam o processo no fim. Devem estar envolvidos na sua concepção.
Na Browning Viana esta integração também se reflecte na preparação para emergências, que tem como objectivos proteger colaboradores, activos e infra-estruturas, reduzir os impactos e assegurar a continuidade dos processos produtivos.

A Browning Viana produz armas de caça e tiro desportivo para mercados internacionais. Que desafios específicos coloca este tipo de actividade à gestão da segurança física e operacional?
A natureza do produto exige um nível elevado de rigor, responsabilidade e controlo. Aos riscos comuns de uma unidade metalomecânica e produção de peças de madeira, juntam-se requisitos específicos relacionados com o produto, componentes, rastreabilidade, controlo de acessos e protecção de determinadas áreas e operações.
A segurança física tem de ser estruturada por níveis de criticidade, garantindo que o acesso é concedido apenas a pessoas autorizadas e de acordo com a função que desempenham. Paralelamente, é necessário controlar adequadamente a circulação de colaboradores, visitantes, prestadores de serviços, materiais e produto.
Do ponto de vista operacional, temos processos industriais diversificados, equipamentos, movimentação de cargas, produtos químicos, tratamentos de superfície e operações que exigem uma avaliação de risco muito cuidada. É igualmente essencial proteger a informação técnica e o know-how associado à produção. A informação técnica, os dados de clientes e fornecedores, os dados pessoais e a informação do grupo são considerados activos essenciais para a continuidade do negócio e para o cumprimento legal.
O principal desafio é, portanto, criar várias camadas de protecção que funcionem de forma coordenada, sem comprometer a eficiência operacional e sem divulgar publicamente pormenores que possam fragilizar a própria segurança.

A empresa conta com mais de 600 colaboradores e tem vindo a crescer através de novos investimentos e da expansão da unidade. Como se garante que a segurança acompanha esse crescimento?
A segurança acompanha o crescimento quando é integrada no processo de decisão e não tratada como uma adaptação posterior. Cada novo edifício, equipamento, processo, alteração de layout ou aumento de capacidade deve ser objecto de uma análise multidisciplinar antes da entrada em funcionamento.
Essa análise deve incluir os riscos para os trabalhadores, ergonomia, circulação interna, manutenção, protecção contra incêndio, produtos químicos, ambiente, acessos, resposta a emergências e necessidades de formação. Deve também considerar os riscos associados aos sistemas de informação e à crescente interligação dos equipamentos industriais.
O crescimento aumenta ainda a presença de empresas externas e a realização simultânea de trabalhos, pelo que a coordenação de segurança e o controlo da coactividade assumem especial importância.
Finalmente, é indispensável verificar no terreno se as medidas previstas funcionam. Isso faz-se através de inspecções, auditorias, acompanhamento de indicadores, simulacros, análise de incidentes e consulta das equipas. Na vertente ambiental, por exemplo, a Browning Viana utiliza critérios documentados para avaliar a significância dos aspectos ambientais e acompanha indicadores de resíduos, água, energia, emissões de CO₂, matérias-primas e águas residuais. Mesmo porque o TUA obriga a muito controlo das várias vertentes Ambientais.

Quais considera serem hoje os maiores riscos que uma unidade industrial desta natureza enfrenta, tanto do ponto de vista da segurança das pessoas como da protecção das instalações?
Na segurança das pessoas, os principais riscos continuam associados à interacção com máquinas, movimentação de cargas, circulação de veículos industriais, exposição a agentes químicos, ruído, ergonomia, trabalhos de manutenção e intervenção de empresas externas. Acrescentaria ainda os factores humanos e psicossociais, porque a pressão, a fadiga, a comunicação deficiente ou a normalização de comportamentos inseguros podem estar na origem de ocorrências graves.
Na protecção das instalações, destacaria incêndio, intrusão, furto, sabotagem, falhas de energia, fenómenos meteorológicos extremos, interrupções na cadeia de fornecimento e incidentes cibernéticos com consequências operacionais.
Actualmente, é cada vez mais difícil separar estes riscos. Um incidente informático pode afectar um equipamento, interromper a produção ou limitar a capacidade de resposta. Uma falha de energia pode ter impacto na produção, na segurança física, no ambiente e nos sistemas de informação. Uma emergência deve, por isso, ser entendida como qualquer situação que possa colocar em risco pessoas, património, infra-estruturas ou ambiente.
A resposta mais eficaz passa por uma análise integrada das dependências críticas e pela preparação de cenários que testem a capacidade real de prevenção, resposta e recuperação.

A tecnologia tem vindo a transformar profundamente a indústria. Que impacto têm tido a digitalização e a automação na gestão da segurança?
O impacto é claramente positivo, mas introduz novos desafios. A digitalização permite melhorar o registo e tratamento de ocorrências, acompanhar indicadores, gerir acções correctivas, controlar documentação e formação e tornar a informação mais rapidamente disponível para apoiar decisões.
A automação pode também reduzir a exposição dos trabalhadores a tarefas repetitivas, pesadas ou perigosas. Ao mesmo tempo, cria novas interfaces entre pessoas, máquinas, software e redes industriais. Isto exige uma avaliação de risco que considere não só a segurança convencional dos equipamentos, mas também falhas de comunicação, perda de dados, alterações não autorizadas e dependências tecnológicas.
A tecnologia não substitui a presença no terreno nem o diálogo com os trabalhadores. Prezamos na Browning pelo contacto próximo com os trabalhadores. São eles que nos dão as melhores informações para avaliar as condições de trabalho. Deve servir para identificar tendências e apoiar decisões, mas a compreensão do risco continua a depender da observação, da experiência e da participação das pessoas.
Na segurança da informação, a abordagem da Browning Viana assenta na confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação, abrangendo os sistemas que apoiam o fabrico e as respectivas interfaces com o grupo e fornecedores. Temos também uma equipa de IT muito capaz e presente que dá total confiança nesse aspecto.

Num contexto industrial, como se constrói uma verdadeira cultura de segurança entre todos os colaboradores?
Uma cultura de segurança não se cria apenas com procedimentos, cartazes ou acções de formação. Constrói-se através da coerência entre aquilo que a organização afirma e aquilo que efectivamente pratica.
A liderança tem um papel determinante. Quando a gestão participa, disponibiliza recursos, acompanha resultados e reage de forma consistente aos desvios, transmite que a segurança faz parte da forma de gerir o negócio. Mas a cultura também depende das chefias intermédias, porque são elas que transformam os princípios em decisões diárias.
É igualmente essencial envolver os trabalhadores. Quem executa a tarefa conhece dificuldades e riscos que nem sempre são evidentes numa avaliação documental. Deve existir confiança para reportar situações perigosas, quase acidentes e oportunidades de melhoria sem receio de uma reacção injusta.
Formação prática, comunicação simples, reconhecimento de boas práticas, investigação de causas e retorno sobre as sugestões recebidas são elementos fundamentais. Na resposta a emergências, por exemplo, a documentação interna prevê a divulgação dos procedimentos, formação obrigatória, simulações práticas e validação de competências. A cultura consolida-se quando trabalhar com segurança deixa de ser visto como uma obrigação adicional e passa a ser entendido como a forma normal e profissional de trabalhar.

Ao longo dos seus cerca de 20 anos na Browning Viana, quais foram as maiores mudanças que testemunhou na forma como as empresas encaram a Safety e a Security?
A maior mudança foi a passagem de uma abordagem predominantemente reactiva para uma abordagem mais preventiva, integrada e baseada no risco.
Há cerca de duas décadas, Safety estava muito associada ao cumprimento legal, à utilização de equipamentos de protecção e à reacção aos acidentes. Era muito comum ouvir na produção “ lá vem o chato da segurança”. Hoje, existe uma maior preocupação com a prevenção na origem, a ergonomia, os factores humanos, a participação dos trabalhadores, os riscos psicossociais e a integração da segurança nos projectos. Os técnicos de segurança já são vistos como pessoas que vêm para ajudar.
Na Security, também assistimos a uma evolução significativa. Deixou de ser apenas vigilância, portaria ou protecção perimetral. Inclui actualmente controlo de acessos, protecção do produto, gestão de visitantes e prestadores, segurança da informação, continuidade do negócio e articulação com a cibersegurança.
Outra mudança importante é a utilização crescente de dados e indicadores. Contudo, a evolução mais relevante é cultural: começa a existir uma compreensão mais clara de que Safety, Security, Ambiente e continuidade do negócio são dimensões diferentes da mesma necessidade de resiliência organizacional.

A integração entre segurança física e cibersegurança é hoje um tema incontornável. Considera que esta convergência já é uma realidade na indústria portuguesa?
A convergência já começou, mas considero que ainda está em diferentes níveis de maturidade. Muitas organizações continuam a gerir segurança física, tecnologias de informação e automação industrial em estruturas separadas, com avaliações de risco e canais de comunicação distintos. Mesmo em termos de normas de certificação elas estão separadas. Temos a 27001 para cibersegurança / Segurança da Informação e várias outras ISO para segurança física como a ISO 22341 ou a ISO 22301 (continuidade do negócio).
No entanto, os sistemas estão cada vez mais interligados. O controlo de acessos, a videovigilância, os alarmes, os equipamentos industriais, a manutenção e a gestão logística dependem de redes, software e dados. Uma vulnerabilidade digital pode produzir consequências físicas, enquanto uma falha de segurança física pode permitir o acesso a sistemas ou informação crítica.
A resposta terá de passar por governação conjunta, classificação de activos críticos, gestão coordenada de acessos, avaliação de fornecedores, exercícios de resposta e planos de continuidade integrados.
Na Browning Viana, a segurança da informação está a ser estruturada em articulação com o sistema de gestão já existente, com uma abordagem baseada em risco, definição de responsabilidades, monitorização e melhoria contínua. O novo Regime Jurídico da Cibersegurança português reforça igualmente a integração da cibersegurança na cultura das organizações e abrange, entre outros sectores, a indústria transformadora.

Enquanto responsável também pela área ambiental, de que forma concilia os objectivos de sustentabilidade com as exigências de segurança e conformidade legal?
Não considero que sustentabilidade e segurança sejam objectivos concorrentes. Uma solução sustentável apenas é verdadeiramente válida se for também segura, tecnicamente adequada e legalmente conforme.
A conciliação começa na avaliação de aspectos e impactos ambientais, identificação das obrigações de conformidade e integração dos critérios ambientais nos projectos, aquisições e alterações de processo. Sempre que se pretende reduzir consumos, substituir uma substância ou alterar um método de trabalho, é necessário confirmar que não estamos a transferir o risco para os trabalhadores, para as instalações ou para outra etapa do ciclo de vida. Devemos sempre pensar em substituir o que é perigoso pelo que é menos perigoso ou isento de riscos.
A Browning Viana acompanha indicadores relacionados com resíduos, água, energia, emissões de CO₂, matérias-primas e águas residuais. O sistema ambiental contempla também avaliação de obrigações de conformidade, simulacros de derrame e procedimentos documentados de resposta a emergências ambientais.
A sustentabilidade deve ser gerida através de objectivos mensuráveis e decisões baseadas no ciclo de vida. Reduzir desperdícios, prevenir derrames, controlar emissões e aumentar a eficiência dos processos contribui simultaneamente para o ambiente, a segurança e a competitividade.

Enquanto Conselheiro de Segurança ADR, que desafios continuam a existir no transporte de matérias perigosas e onde identifica maior necessidade de sensibilização das empresas?
O principal desafio continua a ser fazer compreender que o ADR não diz respeito apenas ao transportador ou ao condutor. Existem responsabilidades ao longo de toda a cadeia, incluindo o expedidor, embalador, carregador, transportador, destinatário e descarregador.
A maior necessidade de sensibilização encontra-se na classificação correcta das mercadorias, escolha e estado das embalagens, etiquetagem, documentação, segregação, carga e descarga, formação das pessoas e comunicação entre os intervenientes.
Outro desafio frequente é transformar o conhecimento regulamentar em rotinas simples. Uma operação realizada diariamente pode ser considerada normal e deixar de ser questionada, mesmo quando existem alterações no produto, na embalagem, na quantidade ou no fornecedor.
O Conselheiro de Segurança deve ajudar a organização a identificar necessidades de formação, definir procedimentos, analisar ocorrências e promover boas práticas. No caso da Browning Viana, as actividades ADR documentadas abrangem diferentes papéis na cadeia, existindo procedimentos relacionados com identificação das mercadorias, condições dos materiais, formação, emergências, selecção de empresas e operações de carga e descarga. Somos dois Conselheiros de Segurança na Browning, eu e o colega responsável de armazém, que faz todo o sentido pois recebe toda a mercadoria que entra na empresa.
A mensagem essencial é que o transporte seguro começa antes de o veículo entrar nas instalações e termina apenas depois de concluídas todas as operações no destino.

Que indicadores considera essenciais para avaliar se uma organização está realmente a evoluir em matéria de segurança e não apenas a cumprir requisitos legais?
Os indicadores de acidentes são necessários, mas são insuficientes e sobretudo reactivos. Uma organização pode passar algum tempo sem acidentes graves e, ainda assim, acumular vulnerabilidades importantes. Não é fácil medir o que se faz de bem na Segurança, normalmente somos julgados sempre pelo que correu menos bem e que teve consequências directas no normal funcionamento da atividade. Por isso, considero essencial combinar indicadores de resultado com indicadores preventivos. Entre os primeiros estão a frequência e gravidade dos acidentes, incidentes ambientais, danos materiais, falhas de segurança, dias perdidos e recorrência de ocorrências.
Nos indicadores preventivos, valorizo especialmente: Reporte e encerramento de situações perigosas e quase acidentes; cumprimento de inspecções e manutenções preventivas; prazo de execução e eficácia das acções correctivas; participação dos trabalhadores; formação realizada e competências efectivamente demonstradas; resultados de auditorias e simulacros; cumprimento dos controlos de acesso; avaliação de empresas externas e fornecedores; monitorização de consumos, resíduos, emissões e incidentes; capacidade de resposta e recuperação perante interrupções.
Uma organização está realmente a evoluir quando identifica problemas antes de estes originarem consequências e consegue demonstrar que as acções implementadas reduziram efectivamente o risco. Essa é a principal dificuldade do Departamento SST/AMB.

Na sua opinião, qual será o maior desafio para os responsáveis de Safety e Security nos próximos cinco anos?
O maior desafio será gerir riscos cada vez mais interdependentes num contexto de transformação tecnológica acelerada, escassez de competências e maior exigência regulatória. Os responsáveis terão de compreender simultaneamente riscos humanos, industriais, ambientais, digitais e relacionados com a cadeia de fornecimento. A automação, a inteligência artificial, os equipamentos conectados e a dependência de fornecedores tecnológicos podem melhorar significativamente a prevenção, mas também criar novas vulnerabilidades.
As alterações climáticas e os fenómenos meteorológicos extremos exigirão igualmente maior atenção à continuidade do negócio, à robustez das infra-estruturas e à preparação para emergências. Paralelamente, será necessário responder à evolução demográfica, à saúde mental, à fadiga e às novas formas de organização do trabalho.
O desafio não será apenas tecnológico. Será de liderança e capacidade de integração. Os profissionais de Safety e Security terão de comunicar melhor com a gestão, traduzir riscos técnicos em impactos no negócio e promover decisões baseadas em evidência.
Se a direcção da nossa empresa tiver informações tangíveis sobre impactos de risco, certamente que vão actuar na prevenção com maior rapidez.

Se pudesse deixar uma mensagem aos gestores industriais portugueses, qual seria a principal recomendação para tornar as suas organizações mais seguras, resilientes e preparadas para o futuro?
A minha principal recomendação seria: integrem a segurança nas decisões estratégicas e operacionais desde o primeiro momento. Na Browning isso já é uma realidade nos dias de hoje.
Não esperem por um acidente, uma falha grave, uma auditoria ou uma alteração legislativa para agir. Envolvam as áreas de Safety, Security, Ambiente, Manutenção, Sistemas de Informação e Operações ainda na fase de concepção dos projectos. Escutem quem trabalha diariamente nos processos e acompanhem as medidas no terreno.
Evitem também gerir cada risco de forma isolada. Uma organização resiliente compreende as relações entre pessoas, instalações, ambiente, informação, fornecedores e continuidade do negócio.
Finalmente, invistam nas pessoas. A tecnologia e os procedimentos são essenciais, mas a segurança depende da competência, da liderança, da comunicação e da confiança existente para reportar problemas.
Segurança não deve ser entendida como um custo ou um obstáculo à produção. É uma condição para produzir com qualidade, proteger a reputação, assegurar a continuidade da atividade e garantir que todos regressam a casa em segurança.
Não há empresas 100% seguras mas existem empresas que procuram diariamente a aproximar-se desse objectivo, como é o caso da Browning Viana.
Uma nota final de reconhecimento e agradecimento á minha equipa de SST/AMB, sem eles não seria possível fazer o que já fizemos e o que ainda temos para fazer.
Na Segurança e Ambiente como em outros departamentos, ninguém consegue os seus objectivos sozinho, a união da equipa é o segredo principal.

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