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Portugal ocupa o 7º lugar no índice global da paz

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O Índice Global da Paz de 2025 revela uma deterioração contínua da tranquilidade mundial, marcada pelo aumento de conflitos internacionais e uma escalada na militarização global. O relatório destaca que a fragmentação geopolítica e a competição entre grandes potências resultaram no maior número de conflitos estatais desde a Segunda Guerra Mundial. Rússia, Ucrânia e Sudão figuram entre as nações menos pacíficas, enquanto a Europa, apesar de ainda liderar em estabilidade, apresenta declínios recentes.

Economicamente, a violência gera um impacto trilionário, exacerbado pelo endividamento de países em desenvolvimento e pela redução de investimentos em manutenção da paz. O estudo também identifica factores críticos para a intensificação das guerras, como o apoio externo e o uso de tecnologias avançadas, alertando para novos focos de instabilidade em regiões como Caxemira e o Sahel. Por fim, observa-se uma disparidade na cobertura mediática, que tende a negligenciar crises humanitárias graves em países de menor influência geopolítica.

Com base nos dados do Global Peace Index (GPI) 2025, o estado de Portugal em termos de paz e segurança é extremamente positivo, posicionando-se entre as nações mais pacíficas do mundo.
Aqui estão os detalhes principais sobre a situação do país:

  • Classificação Global: Portugal ocupa a 7ª posição no ranking mundial de paz, com uma pontuação de 1.371. O país registou uma melhoria, subindo uma posição em relação ao relatório anterior.
  • Domínio da Militarização: Este é o domínio onde Portugal mais se destaca, sendo classificado como o 2º país mais pacífico do mundo em termos de militarização, com uma pontuação de 1.194. Este domínio avalia factores como gastos militares em relação ao PIB e o tamanho das forças armadas.
  • Contexto Regional: Na região da Europa Ocidental e Central – identificada como a região mais pacífica do globo – Portugal ocupa o 5º lugar.
  • Segurança e Conflitos:
    ◦ No domínio de Segurança e Protecção Social (Societal Safety and Security), Portugal obteve uma pontuação de 1.625.
    ◦ No domínio de Conflitos Domésticos e Internacionais em Curso, a sua pontuação é de 1.163, reflectindo um baixo envolvimento em confrontos armados.
    Em resumo, as fontes indicam que Portugal mantém um estado de paz muito elevado, sustentado especialmente por baixos níveis de militarização e pela sua inserção numa região estável, apesar do declínio geral da paz global observado nos últimos anos.

De acordo com os resultados apresentados no Global Peace Index 2025, os dez países que ocupam os primeiros lugares no ranking de paz mundial são:

  1. Islândia (1.095)
  2. Irlanda (1.260)
  3. Nova Zelândia (1.282)
  4. Áustria (1.294)
  5. Suíça (1.294)
  6. Singapura (1.357)
  7. Portugal (1.371)
  8. Dinamarca (1.393)
  9. Eslovénia (1.409)
  10. Finlândia (1.420)
    As fontes destacam que a Islândia permanece como o país mais pacífico do mundo, posição que ocupa desde 2008. Além disso, a região da Europa Ocidental e Central domina o topo da lista, albergando oito dos dez países mais pacíficos do globo. A Nova Zelândia é o país mais pacífico da região Ásia-Pacífico, ocupando a terceira posição mundial

Com base no Global Peace Index (GPI) 2025, Portugal apresentou progressos que permitiram a subida de uma posição no ranking mundial em comparação com o relatório anterior.
Os principais pontos de melhoria identificados nas fontes são:

  • Subida no Ranking Global: Portugal ocupa agora a 7ª posição mundial (anteriormente 8ª), com uma pontuação geral de 1.371.
  • Domínio da Militarização: Esta foi a área de maior destaque e progresso para o país. Portugal registou uma melhoria de 0.025 na sua pontuação de militarização, consolidando-se como o 2º país mais pacífico do mundo neste domínio específico, sendo superado apenas pela Islândia.
  • Desempenho Regional: O país manteve-se como o 5º mais pacífico da Europa Ocidental e Central, inserindo-se na região que é considerada a mais pacífica do globo.
  • Contraste com a Tendência Europeia: Enquanto 24 países europeus aumentaram os seus gastos militares no último ano devido a tensões geopolíticas, Portugal conseguiu melhorar o seu indicador no domínio da militarização, apresentando uma pontuação de 1.194.
    Em termos de indicadores de desempenho atuais por domínio, Portugal apresenta as seguintes pontuações:
  • Conflitos Domésticos e Internacionais em Curso: 1.163.
  • Segurança e Proteção Social (Societal Safety and Security): 1.625.
  • Militarização: 1.194.
    De acordo com as fontes, estes avanços ocorrem num contexto onde a paz global tem sofrido deteriorações consecutivas, destacando a resiliência de Portugal na manutenção de um estado de paz muito elevado

De acordo com os dados do Global Peace Index (GPI) 2025, o gasto militar de Portugal e o seu nível de militarização geral colocam o país numa posição de destaque positivo a nível mundial.
Aqui estão as principais comparações extraídas das fontes:

  • Liderança na Baixa Militarização: No domínio específico da Militarização – que avalia indicadores como gastos militares em relação ao PIB, volume de importação/exportação de armas e pessoal das forças armadas – Portugal é classificado como o 2º país mais pacífico do mundo, com uma pontuação de 1.194. Nesta categoria, Portugal é superado apenas pela Islândia.
  • Contraste com as Tendências Globais: Enquanto o gasto militar global atingiu um recorde de 2,7 biliões de dólares em 2024 (um aumento de 9% impulsionado por conflitos como a guerra na Ucrânia), Portugal mantém-se na direção oposta à tendência de rearmamento acelerado. No último ano, 84 países aumentaram os seus gastos militares relativos, mas Portugal conseguiu preservar a sua posição de baixa militarização.
  • Comparação com Grandes Investidores: Portugal não figura em nenhum dos rankings de maiores gastos militares. Para comparação, os países que lideram os gastos militares como percentagem do PIB são a Coreia do Norte (34,38%), a Ucrânia (17,12%) e o Afeganistão (15,25%). Em termos de gastos totais, os EUA lideram com 949 mil milhões de dólares, seguidos pela China e Rússia.
  • Contexto Europeu: No cenário europeu, muitos países estão a desviar fundos de sectores produtivos (como saúde e educação) para a defesa devido a ameaças emergentes. Portugal, contudo, mantém um desempenho superior no domínio da militarização face a outras potências regionais, como a França, que é identificada como tendo os níveis de militarização mais elevados da Europa Ocidental e Central.
    Em suma, as fontes indicam que Portugal se compara de forma excepcional com outros países por manter um investimento militar proporcionalmente baixo e controlado, o que é um dos pilares fundamentais para a sua posição como o 7º país mais pacífico do globo.

No último ano, as fontes indicam que 24 países da Europa Ocidental e Central aumentaram os seus gastos militares. Esta tendência é uma resposta directa à invasão da Ucrânia pela Rússia e à diminuição do foco estratégico dos EUA no continente, levando as nações europeias a reavaliarem a sua prontidão de combate e despesas de defesa.
Entre os países especificamente mencionados nas fontes pelo aumento ou deterioração nos indicadores de gastos militares, destacam-se:

  • Noruega: Registou a maior deterioração de paz na sua região, impulsionada por um aumento de 31,1% no indicador de gastos militares em relação ao PIB. O governo norueguês adoptou uma estratégia de defesa de longo prazo que prevê aumentos substanciais no orçamento de defesa nos próximos 12 anos.
  • Dinamarca: Foi identificada, a par da Noruega, como uma das nações com as maiores deteriorações no domínio da militarização no relatório de 2025.
  • Ucrânia: Apresentou um aumento massivo, com os gastos militares a passarem de 2,1% do PIB no início do conflito para cerca de 15,4% em 2024.
  • Bulgária: O indicador de despesa militar também registou uma deterioração neste país durante o último ano.
  • Azerbaijão: (Região da Europa de Leste e Ásia Central) Registou deteriorações no indicador de gastos militares, que subiram para 4,9% do PIB.
  • Rússia: Embora o domínio da militarização tenha mostrado uma melhoria técnica devido à queda nas exportações de armas, o país converteu a sua economia numa “economia de guerra” para sustentar o conflito, com gastos militares estimados em 6,12% do PIB.
  • De forma geral, o relatório destaca que o gasto militar na Europa está a atingir níveis não vistos em décadas. Este rearmamento está a criar tensões sociais, uma vez que o desvio de fundos públicos de áreas como saúde, educação e desenvolvimento de negócios para a defesa pode exacerbar a polarização e o descontentamento interno. Além disso, as fontes notam que, apesar de os estados europeus da NATO gastarem coletivamente muito mais do que a Rússia, a eficácia militar é prejudicada pela fragmentação dos sistemas de comando e aquisição entre as nações.

De acordo com as fontes, a liderança europeia na exportação de armas pode ser analisada através de duas métricas principais: a exportação per capita e o volume total de exportações.
No que diz respeito às exportações por habitante (per capita), oito dos dez maiores exportadores de armas do mundo são democracias ocidentais. Os países europeus que lideram este ranking em 2025 são:

  • França
  • Suécia
  • Itália
  • Países Baixos
  • Alemanha
  • Noruega
    As fontes destacam que, curiosamente, vários destes países são classificados como “altamente pacíficos” noutros domínios do índice, mas apresentam um desempenho inferior no indicador de exportação de armamento.
    Quando se analisa o valor total das exportações, o mercado é extremamente concentrado: apenas cinco países (EUA, França, Rússia, China e Alemanha) detêm mais de 75% de todas as exportações globais de armas. Neste grupo de elite mundial, as nações europeias de maior destaque são a França, a Rússia e a Alemanha.
    As fontes referem ainda uma alteração recente na posição da Rússia: embora continue no top 10 mundial, as suas exportações registaram uma queda e o país desceu da 3ª para a 9ª posição no indicador de exportações desde 2008. Esta redução deve-se à guerra na Ucrânia, que forçou a Rússia a priorizar a produção de armas para uso próprio e resultou na perda de clientes devido a sanções internacionais.

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