A Security Magazine anunciou o lançamento da primeira edição do Barómetro de Cibersegurança em Portugal, uma iniciativa que visa avaliar de forma rigorosa e actual o estado da cibersegurança nas organizações portuguesas. O estudo surge numa altura em que as empresas e instituições enfrentam desafios crescentes relacionados com ameaças digitais, ataques informáticos e requisitos regulatórios cada vez mais exigentes.
O principal objectivo do barómetro é traçar um retracto abrangente da maturidade das organizações nacionais em matéria de cibersegurança, contribuindo para uma melhor compreensão dos riscos, das prioridades de investimento e das estratégias adoptadas para proteger activos, dados e operações críticas.
A participação no estudo é aberta a organizações de diferentes sectores de actividade e dimensões. Os dados recolhidos serão tratados de forma agregada e confidencial, não sendo divulgados nomes de empresas nem de participantes nos resultados finais. Após a conclusão do inquérito, os participantes poderão optar por fornecer o seu endereço de correio electrónico para receber gratuitamente o relatório final em formato PDF.
O questionário está estruturado em sete áreas fundamentais: Caracterização da Organização, Estratégia e Maturidade, Incidentes e Exposição, Detecção e Resposta, Pessoas e Cultura, Investimento e Prioridades, e Regulamentação e Futuro. Esta abordagem permitirá analisar não apenas os aspectos tecnológicos da segurança, mas também factores organizacionais, culturais e estratégicos que influenciam a resiliência digital das empresas.
Segundo a Security Magazine, o estudo pretende fomentar o debate informado sobre a cibersegurança em Portugal, disponibilizando indicadores relevantes para gestores, responsáveis de segurança, decisores e entidades reguladoras. Os resultados deverão oferecer uma visão actualizada sobre os desafios enfrentados pelas organizações e identificar tendências que poderão marcar o futuro da segurança digital no país.
O preenchimento do questionário tem uma duração estimada de apenas 10 minutos, procurando equilibrar a profundidade da análise com a facilidade de participação. A iniciativa pretende assim reunir uma amostra representativa do tecido empresarial e institucional português, contribuindo para a construção de um panorama nacional mais completo sobre o estado da cibersegurança.









